Operações incorporadas na mesma base de consolidação
Ao combinar crescimento orgânico e aquisições, o UBS precisava de uma plataforma capaz de absorver as operações incorporadas e consolidar os investimentos dos seus clientes, no Brasil e no exterior. Há 7 anos, essa base é o ABS, plataforma que desde 2022 integra a BRITech.
O desafio: incorporar aquisições sem multiplicar sistemas
Em private banking, a consolidação de investimentos é o coração da operação. É a base que alimenta a visão patrimonial de cada cliente e o acompanhamento do seu patrimônio. Em um banco que cresce, essa base precisa absorver o que chega sem criar operações paralelas. O UBS buscava uma plataforma que:
- absorvesse as carteiras e os clientes das empresas adquiridas em uma única base;
- consolidasse investimentos no Brasil e no exterior, em diferentes custodiantes e moedas;
- mantivesse, nas carteiras incorporadas, os mesmos controles exigidos pelo padrão global do banco.
Solução: Uma base única para consolidar e integrar
Na plataforma ABS, os investimentos dos clientes do UBS, no Brasil e no exterior, são reunidos em uma visão única, com os mesmos motores de cálculo e controles. Quando o banco incorpora uma nova operação, as carteiras passam a ser processadas na mesma base de consolidação:
| Etapa | No UBS | Componentes BRITech |
|---|---|---|
| Integração | Carteiras da UBS Consenso e do Credit Suisse Brasil processadas na mesma base, com investimentos no Brasil e no exterior, em diferentes custodiantes e moedas | Gestão de Portfólio: consolidação multicustódia e multimoeda, onshore e offshore, com a mesma trilha de dados |
Resultado
Integrar uma aquisição costuma significar somar estruturas: manter o sistema da empresa adquirida, conciliar bases e ampliar equipes. No UBS, as carteiras da UBS Consenso e do Credit Suisse Brasil passaram a ser processadas na mesma base de consolidação que já atendia o banco.
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